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quarta-feira, 24 de junho de 2009

Projeto incentiva limpeza de rios e plantio de árvores

A secretaria de Planejamento Urbano e Meio Ambiente criou o projeto de arborização da cidade de Imperatriz que tem como principais objetivos o replantio de árvores nativas da região e a limpeza de córregos. Com o cessar das chuvas será feito um planejamento urbano digno da segunda e mais importante cidade do estado do Maranhão.
A secretaria tem procurado localizar os proprietários de terrenos baldios existentes nos bairros e no centro da cidade. Esses terrenos estão servindo apenas para depósitos de lixo e abrigos para marginais. O código de postura do município prevê que todo terreno urbano deve ser murado, contribuindo para um aspecto paisagístico, bonito e agradável.
Já foi elaborada também uma programação que atingirá todos os bairros da cidade que são cortados pelos riachos Bacuri, Cacau, Santa Tereza, Capivara e Riacho do Meio. A intenção é arborizar toda a região próxima a esses riachos e instalar um sistema de drenagem para que os esgotos não sejam jogados nesses córregos.
O secretário Enéas Rocha fez uma parceria com a Embrapa de Belém e conseguiu cerca de cinqüenta mil mudas de árvores que foram replantadas em toda zona urbana da cidade durante a Semana do Meio Ambiente.
O secretário foi buscar um melhor conhecimento sobre o assunto na cidade de Curitiba e afirmou que o principal objetivo é obter a melhor solução para a cidade assim tornando Imperatriz mais bonita e proporcionando mais qualidade de vida aos habitantes.
Da redação, Luisa Cirqueira para o Rádio Repórter

Secretaria de Saúde do Município acaba com filas para marcação de exames

A Secretaria de Saúde do Município alterou o sistema de marcação de consultas. Agora consultas e exames podem ser marcados todos os dias nos postos de saúde dos principais bairros de Imperatriz. Antes o atendimento era realizado somente no Bairro Três Poderes, o que dificultava o acesso dos moradores dos bairros distantes, de outras cidades e até estados vizinhos.
O Centro de Atendimento do bairro Três Poderes até o fim do ano passado vinha gerando reclamações de pacientes que denunciavam a venda de senhas e outras irregularidades no atendimento.
Segundo informações da auditoria, dados mostram que nos primeiros dias úteis de cada mês o Centro de Saúde do bairro Três Poderes atendia cerca de trezentos pacientes. De acordo com o auditor da Saúde, Erick Soares, as filas além de serem enormes estavam trazendo transtornos e virando um negócio. Muitas pessoas se beneficiavam com o esquema de vendas de senhas. Muitos traziam até documentos de terceiros para marcação de exames.
Atualmente os serviços mais solicitados são os de alta complexidade como: Raio X, Ressonância Magnética, Tomografia e Ultra-sonografia. Maria Aparecida, doméstica, moradora do Bairro Planalto, declarou que antes as consultas e exames eram limitados e marcados até o dia 15 de cada mês. Maria conta que um exame chegou a demorar em torno de seis meses para ser marcado e realizado.
Com essa reforma no sistema de Saúde Municipal, a marcação de consultas e exames são ilimitados, e há uma escala com os horários do atendimento de cada médico. Assim a população é atendida com mais comodidade e o governo ajuda os cidadãos a melhorar a qualidade de vida.

Luisa Cirqueira para o Rádio Repórter

sábado, 13 de junho de 2009

Moradores reclamam de demora na recuperação da Rua Piauí

Os moradores da Rua Piauí, no trecho entre 13 de Maio e Gonçalves Dias, se queixam do lento processo de recuperação da rua. O local é alvo de reclamações, pois os buracos, lama e esgoto estourado estão impedindo a passagem de motoristas, ciclistas e pedestres.
De acordo com o secretário de infra-estrutura, Roberto Alencar, cento e vinte manilhas de cimento serão colocadas por toda extensão da Rua Piauí e o novo sistema de saneamento acabará com o problema de acúmulo de água na rua, que destrói constantemente o asfalto. Mesmo com dez homens trabalhando e um período de estiagem de quinze dias, a obra para a recuperação já dura mais de um mês.
A falta de clientes é uma reclamação dos comerciantes locais. Antônio Moreira da Silva, técnico eletrônico, disse que o odor dos dejetos espanta os clientes, além de trazer doenças para todos.
O problema na Rua Piauí é antigo. Os moradores são obrigados a conviver com essa situação no período de chuvas. Ivaldo de Jesus, morador há quinze anos do local, conta que a cada inverno uma nova preocupação surgia, pois quando chovia estouravam os esgotos, a rua ficava toda inundada e era difícil até sair de casa, sem falar no odor insuportável. Ivaldo conta que nesses quinze anos surgiram várias promessas de recuperação da rua, mas agora o problema é a demora na conclusão das obras.
O prefeito Sebastião Madeira visitou a obra na última sexta-feira e afirmou que as melhorias na Rua Piauí serão finalizadas no início de junho. Mas os moradores não acreditam no prazo, pois falta muita coisa para a conclusão da obra, a rua está ainda interditada, sem asfalto e sem drenagem.

Da Redação, Luisa Cirqueira.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Prefeitura propõe reestruturação dos camelôs

A Secretaria Municipal de Planejamento Urbano e do Meio Ambiente propôs a retirada dos camelôs para a desocupação das calçadas e praças. O secretário Enéas Rocha autorizou o mapeamento de novos locais onde os vendedores ambulantes irão atuar, solicitou definição de horário de funcionamento e a expedição de licenças.
O município quer garantir os espaços públicos para facilitar a passagem de pedestres e aumentar o número de vagas para estacionamento, espaços tomados hoje comércio informal. No último dia onze de maio foi realizada reunião com vendedores e representantes da Prefeitura para discutir o projeto.
Foi estipulado um período de sessenta dias para ser apontada uma solução para a ocupação desordenada das ruas do centro. O vereador Edmilson Sanches considerou louvável a iniciativa do município e classificou como uma verdadeira demonstração da cidadania.
A maioria dos ambulantes concorda com a idéia de um novo lugar para trabalhar. A padronização das barracas foi o principal motivo da aceitação, pois sabem que isso seria um meio de chamar a atenção dos clientes e assim aumentar o volume de vendas. Na opinião da comerciante Delva Silva, a melhor solução seria aceitar a proposta da prefeitura, do contrário teriam que ser realocados para o bairro Nova Imperatriz e assim correm o risco de ver a renda baixar com a falta de clientes.

Da redação, Alanna Guimarães.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Desabrigados criticam estrutura do Parque de Exposição Lourenço Viera da Silva

Por Alanna Guimarães



Os desabrigados que estão no Parque de Exposições Lourenço Vieira da Silva, em Imperatriz, se queixam do espaço reduzido e dos constantes alagamentos no local. A água escoa para o interior dos abrigos e danifica os poucos bens que as famílias ainda possuem. Outra preocupação são as doenças ocasionadas pelas chuvas.
Cerca de sessenta famílias que deixaram suas casas em função da cheia do Rio Tocantins estão alojadas no parque de exposições. Mas alegam que não há banheiros suficientes para todos e os poucos que existem estão em péssimas condições. A falta de transporte é outra reclamação. Há um ônibus doado pela prefeitura para levar as crianças às escolas, mas o benefício não foi estendido aos trabalhadores, que não conseguem se deslocar para outros pontos da cidade.
A maior parte das famílias desalojadas mora na beira do Rio Tocantins. Os ribeirinhos deveriam ter saído do local no período da construção da Avenida Beira Rio. No entanto, as famílias alegam que receberam indenizações irrisórias e não tiveram condições de ir para outro lugar. A ribeirinha Francisca Lima afirma que seria um sonho para todos se o governo cumprisse com a promessa de retirá-los para um lugar seguro, onde pudessem ter uma vida digna. Para a moradora, as medidas tomadas pelo governo são paliativas, pois mesmo sabendo das condições precárias das famílias, as autoridades não tomam uma providência definitiva. Francisca Lima reclama ainda que na época de cheias do rio, o governo limita-se a prestar assistência médica às famílias e a entregar cestas básicas, sopões, gás e filtros de água.
Não há previsão para o retorno dos ribeirinhos às suas casas na beira do rio. A prefeitura não divulgou datas por conta das fortes chuvas que ainda caem em Imperatriz.
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